quarta-feira, 4 de julho de 2007

Manifestantes anti-sócrates processado


criar PDF versão para impressão enviar por e-mail

manif_socratesO Ministério Público já ouviu cinco pessoas que participaram na manifestação contra as políticas do governo de Sócrates, realizada a 7 de Outubro do ano passado, aquando da realização de um Conselho de Ministros em Guimarães, e prepara-se para ouvir mais 4 pessoas em Setembro, informa a edição de hoje do Correio da Manhã. Alegadamente, o motivo da investigação prende-se com o facto de a manifestação ter sido considerada "ilegal", tendo sido proferidas "palavras insultuosas" dirigidas ao Primeiro Ministro e a outros membros do Governo. A União dos Sindicatos de Braga denunia "mais um passo na postura controleira deste governo"

ler mais

terça-feira, 3 de julho de 2007

BE denuncia: Braga é central de colocação de comissários políticos

O Bloco de Esquerda exigiu a imediata demissão do Coordenador da Sub Região de Saúde de Braga e o fim da interferência do PS na nomeação dos titulares de cargos de direcção técnica. O deputado João Semedo denunciou que o caso de Vieira do Minho não é único e que em Braga o PS transformou a Sub-Região de Saúde numa central de colocação e distribuição de lugares para comissários políticos, saneando profissionais com provas dadas e substituindo-os por militantes do PS, à revelia de critérios de competência, idoneidade e experiência profissional.

Pode ler aqui toda a notícia publicado no www.esquerda.net

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Ass. Municipal de 29 de Junho de 2007

A Assembleia Municipal de V. N. de Famalicão apoia politica da União Europeia para a implementação da Flexigurança em Portugal, ao rejeitar uma moção apresentada pelo Bloco de Esquerda na A.M. realizada no passado dia 29 de Junho.
Nesta moção condenava-se a politica do governo e a sua tentativa de implementar a Flexigurança no nosso pais, assim como o apoio à jornada de luta que a CGTP realiza contra estas politicas no próximo dia 5 de Julho em Guimarães.
De referir que só os deputados da CDU apoiaram a moção apresentada pelo Bloco de Esquerda

Pode ler aqui a moção


O Bloco de Esquerda está abertamente contra a construção da nova cidade desportiva anunciada com pompa e circunstancia pelo presidente da Câmara Municipal no passado dia 27 de Junho. O Bloco de Esquerda manifestou esse desacordo na ultima Assembleia Municipal numa intervenção da deputada Ana Marcelino, onde o Presidente da Assembleia Municipal manifestou uma parcialidade condenável e interpretando mal o regimento, impediu a nossa deputada de continuar a sua intervenção. Perante o protesto da deputada Ana Marcelino na defesa do direito de intervir, depois de reconhecer o erro, o Presidente da Mesa pediu desculpas à nossa deputada e permitiu que acaba-se a intervenção

Pode ler aqui a intervenção

terça-feira, 26 de junho de 2007

Preparar as escolas para um melhor ensino.

A Câmara Municipal fez na última semana um grande alarido, distinguido os alunos que segundo o Presidente da Câmara Armindo Costa, fizeram o percurso completo pelos museus do concelho numa iniciativa conjunta entre a edilidade e as escolas. Não deixando de reconhecer a importância de incrementar nas crianças o gosto pelo património do concelho, o Bloco de Esquerda não deixa de alertar, que se essas iniciativas são importantes tem muita mais importância, a Câmara Municipal, criar nas escolas as condições condignas para que os alunos possam ter um melhor aproveitamento escolar, o que infelizmente não se verifica actualmente dado o estado em que se encontram muitas escolas do concelho de que o protesto dos pais é o melhor exemplo.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Estão a chegar as promessas 2

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, anunciou mais uma vez a instalação no concelho de um pólo do Instituto Politécnico do Cavado e Ave (IPCA). Esta não é a primeira vez que tal promessa é feita, por isso os famalicenses não se devem admirar se mais uma vez não passar de propaganda.
Afinal ainda numa das últimas reuniões de Câmara foi aprovado pela maioria o pagamento de uma verba ao (IPCA) sem que até hoje essa instituição tivesse feito alguma coisa por V. N. de Famalicão. Será este anuncio uma maneira de justificar tal verba?
Infelizmente em V.N. de Famalicão continua a viver-se de promessas que a partir de agora serão cada vez mais, as eleições estão a aproximar-se. . . . .

Vamos continuar atentos.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Maré Alta de 20/06/2007

Baixo nível


Expressões como “filho da puta”, “vou-lhe ao focinho” e outras do mesmo teor, abundam na linguagem quotidiana dos portugueses. Apesar de não ter o habito de as usar, não me repugna minimamente que qualquer pessoa as utilize e por vezes com uma frequência maior que o desejável, salvaguardando naturalmente a intenção e contexto em que as mesmas são proferidas.
O mesmo já não se passa quando estas expressões aparecem em títulos de jornais de âmbito local ou mesmo nacional, dada a componente pedagógica que se deseja dos órgãos de comunicação social. Nestes casos entendo que a sua utilização deve ser restringida ao mínimo estritamente indispensável.
Mas quando em plena reunião de Câmara Municipal estas expressões são o tema central do debate e são usadas exageradamente, muito mal vão as coisas por estes lados. Quando aqueles que representam os famalicenses descem a um nível tão baixo de vocabulário naquele que deveria ser o local mais digno do exercício do poder local, qual não será a sua postura em relação aos restantes assuntos em discussão. Se nos lembrarmos, expressões destas foram já utilizadas no mesmo local para com um simples cidadão.
É altura de os famalicenses pensarem muito bem em quem elegeram para seus representantes e qual a sua postura no exercício dessas mesmas funções.

Sucesso.

O Ministro da Economia visitou este ano e ainda recentemente duas empresas de sucesso em V. N. de Famalicão, com o intuito de reconhecer o mérito do seu êxito empresarial. Ainda bem que temos empresas bem sucedidas no nosso concelho e não tenho nada contra que os responsáveis governamentais façam um reconhecimento público dessas empresas, mas entendo que seria igualmente importante que o Ministro da Economia e a sua comitiva visitassem empresas que atravessam dificuldades e que estão a fazer um grande esforço para se aguentarem. Infelizmente também as há em V. N. de Famalicão.
Mesmo que não levasse consigo a comunicação social da forma que o tem feito, seria muito importante que, da mesma maneira que divulga o sucesso de uns, se inteirasse in-loco das dificuldades, das condições e também dos projectos e perspectivas de futuro que têm os responsáveis de empresas que estoicamente enfrentam a crise que a todos afecta para manterem as empresas a funcionar e manterem assim os postos de trabalho.
É muito fácil visitar apenas as empresas de sucesso, fazendo transparecer que estamos em retoma económica e que a crise tem os dias contados. Quem nos dera que assim fosse, mas infelizmente isso não corresponde à realidade. A única forma de sair da crise é estimulando o crescimento e consolidação das médias empresas, uma vez que estas possuem uma reduzida margem de manobra face às constantes alterações da conjuntura económica e por isso muitas acabam por falir, lançando milhares de trabalhadores para o desemprego.
Muito mais importante que divulgar o sucesso de alguns, é trabalhar para que todos tenham sucesso.


Crónica publicado no Jornal Opinião Pública de 20/06/2007

terça-feira, 5 de junho de 2007

A Concelhia de Famalicão participou na V convenção do Bloco Esquerda

Terminada a V convenção do Bloco de Esquerda, que se realizou no passado fim de semana, os bloquistas vão agora virar-se para as questões fundamentais que saíram da convenção, e que foram referidas na intervenção final de Francisco Louçã.
A nossa prioridade nos próximos dois anos serão: o combate ao desemprego; a defesa dos serviços públicos, e o combate à corrupção associada à especulação imobiliária.
A Concelhia de Famalicão do Bloco esteve presente na convenção com seis delegados que integraram a delegação distrital, o camarada Adelino Mota fez uma intervenção na defesa da alteração aos estatutos