quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Serviço Nacional de Saúde

Para contactar com a população e debater a importância e a defesa do SNS, para dar força às correntes de opinião que se opõem à degradação dos serviços públicos de saúde, militantes do Bloco de Esquerda de V. N. de Famalicão estarão, no próximo sábado, dia 9, pelas 14:00 horas, junto ao Hospital de S. João de Deus, com bancas de recolha de assinaturas para a petição à AR em defesa do Serviço Nacional de Saúde geral, universal e gratuito.

Assine aqui a petição.


domingo, 3 de fevereiro de 2008

Popularidade de Louçã sobe nas sondagens.

Segundo uma sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso, Sic e Rádio Renascença, o governo perdeu simpatias - tem agora um saldo negativo de 12% - e a maior subida de popularidade é para Francisco Louçã.
Em relação aos partidos, realce para mais uma descida do PS - ainda que ligeira - que reúne agora 42,5% das intenções de voto. O PSD sobe meio ponto (33%), a CDU mantém os 8%, o Bloco de Esquerda sobe três décimas (6,9%), a mesma subida que regista o CDS (6,3%).

A sondagem, realizada pela Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença foi efectuada de 24 a 28 de Janeiro, tendo sido validadas 1021 entrevistas.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Louçã desafia Sócrates a anular taxas na saúde

Louçã reage à remodelação governamentalEm reacção ao anúncio da remodelação governamental que afasta Correia de Campos do governo, o coordenador do Bloco lançou dois desafios a Sócrates: anular as taxas sobre as cirurgias e os internamentos e apresentar ao país o mapa dos serviços de saúde "que possa garantir às populações o equilíbrio das competências técnicas da melhor ajuda que o serviço de saúde tem de lhes dar".

Plenário Concelhio de V. N. de Famalicão

A Assembleia Concelhia do Bloco de Esquerda de V. N. de Famalicão reuniu no passado sábado, dia 26, na sua sede concelhia.

Do plenário concelhio resultaram as seguintes conclusões e deliberações:

1 Apoiar o desempenho do nosso grupo municipal na Assembleia Municipal, em defesa do desenvolvimento do concelho, nomeadamente em questões relacionadas o urbanismo, comércio e questões sociais. Neste ponto foi também decidido acentuar a divulgação generalizada por meios alternativos, da actuação e posições tomadas pelo grupo municipal.

2 A assembleia decidiu participar activamente na campanha nacional em defesa do Serviço Nacional de Saúde SNS, que o Bloco de Esquerda está desenvolver em defesa do direito à saúde e contra as taxas moderadoras, o encerramento de urgências e de centros de saúde.

3 Da análise à recente alteração da lei autárquica, foi manifestado o repúdio à coligação de interesses entre PS/PSD pela aprovação da alteração à lei, num claro atentado à democracia representativa e ao poder local democrático, ao pretenderem que uns votos tenham mais valor que outros, numa descarada batota eleitoral. Com as alterações à lei, o que o bloco central pretende manifestamente calar a voz daqueles que, como o Bloco de Esquerda, denunciam e combatem a corrupção, os interesses imobiliários e o abuso de poder.

4 Foram também delineadas as principais acções com vista à preparação dos próximos actos eleitorais, principalmente as eleições autárquicas. É objectivo do Bloco de Esquerda de V. N. de Famalicão conseguir apresentar listas às principais freguesias do concelho e reforçar a sua representação na Assembleia Municipal.

Vila Nova de Famalicão, 28 de Janeiro de 2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

Pela transparência.

A propósito das declarações do Bastonário da Ordem dos Advogados sobre a corrupção nas latas esferas do Estado, Francisco Louçã aponta que: «Quando cinco dos administradores que decidiram estas operações saem com 70 milhões de euros, é preciso discutir a responsabilidade dessas pessoas» e ainda que «É assim que se deve fazer a pedagogia do combate pela transparência em Portugal».
Segundo a OCDE, 40% da corrupção em Portugal está no aparelho do Estado, nomeadamente nas autarquias locais. Daí o "grande nervosismo em todos os que governaram o país nos últimos anos."

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Maré Alta de 23/01/2008

Quanto vale o seu voto?


Se pensa que o seu voto vale tanto como o voto de qualquer pessoa engana-se, para o PS e para o PSD, um único voto pode valer uma maioria absoluta. A vontade expressa no voto de uma única pessoa pode vir a valer mais que a vontade de todas as outras pessoas juntas.
Por mais absurda que seja, esta é a ideia de democracia representativa que o Partido Socialista e o Partido Social Democrata defendem para as autarquias locais na nova lei recentemente aprovada. Ainda mais repugnante que a adulteração da representatividade no executivo camarário, é a concentração de um poder absoluto nas mãos de uma única pessoa, instituindo um presidencialismo provinciano em que o presidente poderá afastar os vereadores por si escolhidos quando muito bem entender. Na prática os vereadores terão que prestar vassalagem e obediência cega ao senhor todo-poderoso sob pena de perderam o seu lugar. Não tenho dúvidas que esta nova lei é um atentado à noção de democracia representativa e plural e um retrocesso no sistema democrático.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Petição em defesa do SNS já está na net

A petição em defesa do Serviço Nacional de Saúde e pelo fim das taxas moderadoras é lançada publicamente no domingo e conta entre os primeiros signatários o fundador do SNS António Arnaut, os deputados Manuel Alegre e João Semedo, o recém-reeleito bastonário dos médicos Pedro Nunes e o ex-bastonário dos farmacêuticos e antigo presidente do Infarmed, José Aranda da Silva.
A petição também pode ser assinada na internet em
http://www.snsparatodos.net/

Mais em esquerda.net

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Contradições II

É este o caminho que queremos seguir no âmbito da mobilidade em Famalicão” disse Armindo Costa na apresentação do novo autocarro dos TUF, num claro aproveitamento politico de iniciativas privadas.
Ironia do destino, a poucos metros do local, no edifício da Câmara Municipal, encontramos um dos muitos exemplos de barreiras que impedem os cidadãos deficientes de terem acesso aos serviços públicos como qualquer outro cidadão.
Em breve apresentaremos mais exemplos.